quinta-feira, 16 de março de 2017

Primeiro post do ano, e eu tenho que ser rápida porque tô morrendo de sono xD

Sei lá por onde começar pra isso fazer sentido, mas uma vez que eu senti a necessidade de registrar isso, aqui estou eu.

Não sei o quanto você já se sentiu mal por não conseguir fazer alguma coisa ou mal por não se dedicar  "o suficiente" para fazê-la. Hoje foi assim pra mim. Eu fico bem chateada e de repente só quero sumir e não fazer mais aquilo.

Já deu errado na primeira, na segunda. Imagina na terceira.

Mas eu não desisti. Cabia a mim fazer aquela tarefa, então não importa o quão estressada aquilo tava me deixando. Eu tinha que fazê-la.

E fiz.

Talvez não da forma precisa que eu pensei que conseguiria, mas quem disse que tem que ser perfeita? Existem falhas... mas também acertos.

E essa última parte me leva a uma pessoa que podia ter ficado calada, ou ter "apontado" o meu erro (não foi apontar de me trucidar hein kk).

Conselho foi a sua palavra.

"Posso te dar um conselho?"

Quando você estiver muito focada em alguma coisa, tenta fazer outra, pra poder distrair a sua cabeça pra quando você voltar pra ela ver se tem algum erro. Não fica focada demais ali, aquilo vai te irritar. E o seu cérebro já está tão louco que ele vai ler o que ele quiser. Ou seja... passarão erros que você não vê.

Suas palavras não foram exatamente essas, mas acho que o que mais me surpreendeu é que ele não precisava ter dito isso, nem da importância que tem errar e de não desistir jamais, mas ele disse. E eu não esperava mesmo.

Talvez ele tenha feito o final do meu dia um pouco melhor, porque eu fui pra casa pensando que eu não sou à prova de falhas e que não importa o que as outras pessoa possam pensar.

O esforço nessas horas conta muito.

Não importa o que você esteja fazendo.

Não desista.

Errar é mesmo humano.

Era a pessoa que eu menos esperava alguma coisa. Um cara totalmente estressado, mas que foi o único a dizer palavras legais.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Tchau 2016!

Provavelmente esse foi um dos posts mais difíceis de escrever.

Não sei se porque agora estou me dedicando - ou tentando e dando o meu melhor para chegar a esse nível de dedicação - a Mistakes depois de tantas idas e vindas. Sim, Mistakes é uma fanfiction de Crepúsculo e antes que eu me estenda aqui mais do que devo, só vou dizer que é a minha paixão há muitos anos. E que continua sendo, óbvio.

Eu queria mesmo era fazer um post antes do final do ano ano acabar. E olha ele aí.

Algo para me lembrar e querer ler daqui um tempo, como os demais posts, mas as palavras me faltam. Queria mesmo era escrever sobre as minhas conquistas que não foram poucas e sobre aquelas que ainda virão, mas como disse: me faltam palavras.

Na verdade não tô sabendo nem como editar isso aqui.

Esse ano foi bem louco, cheio de incertezas, de questionamentos e de quase nenhuma resposta. Bem louco mesmo. Mas qual que não foi, não é mesmo?

Mas a verdade é que não não tô aqui pra apunhalar 2016 pelas costas. NOSSA, essa foi a melhor.

Como eu disse, foi um ano de muitas conquistas:

Lá pra outubro (assim, bem na ordem cronológica) eu consegui tirar a minha carta U_U E sim, isso foi sensacional, porque eu estava a ponto de perder o prazo que os idiotas colocam só pra te tirar mais dinheiro. E quanto dinheiro eles não me tiraram. Mas eu não desisti. Lógico que houveram pensamentos tempestuosos e os tais questionamentos, mas eu não desisti. Eu segui em frente, com ela na mão.

Depois, setembro... veio o meu passaporte. Não, ele ainda não veio, mas eu iniciei todo o processo, e agora só falta receber um lindo e-mail falando que eu posso ir lá retirar. Por favor, que eu não surte achando que perdi o e-mail

Ainda na total ordem cronológica eu dei umas surtadas bem loucas, porque achava que poderia iniciar o meu sonho, mas aí o Trump  as incertezas vieram para me desestabilizar. E agora estou eu aqui, desde novembro pensando se eu devo ou não começar um curso na faculdade #DesignDeInteriores. E não é só isso, tem o fato de que eu ganho pouco e me planejei 0 para isso, para essa nova etapa. E ainda por cima fico sentindo que é como se eu estivesse deixando o meu True Dream de lado. Quando essa não é a verdade. Não é mesmo!

Mas é que eu sei que terei pelo menos um ano até sair a minha CNH definitiva, e que eu tenho pelo menos 1 ano e 3 meses de contrato com a empresa que estou trabalhando (e é uma coisa que me incomoda e não me incomoda ao mesmo tempo, porque eu sou mais uma vez jovem aprendiz, mesmo falando pra mim mesma que foi uma necessidade e que não tinha outra opção eu me sinto como se não tivesse feito nada, o que não é verdade, porque eu sei dos meus objetivos e de tudo que estou passando em prol de algo melhor, mas é difícil ignorar o medo do que será 2017/2018) pela frente.

Então será que é mesmo certo iniciar um curso, para aproveitar esse tempo, e quem sabe me sentir mais segura lá pra frente, quando for realmente a conclusão dessa saga e o início de uma que tanto espero?

Eu não sei.

Mas quem é que sabe de alguma coisa nessa vida?

Só o pai. E sei que ele reservou o melhor pra mim, e que ele vai continuar me livrando de tudo aquilo que não me faz bem, que não me faz crescer como pessoa. E que vai me guiar, hoje e sempre.

Mas mesmo assim é meio irracional não pensar que isso é tudo muito louco e que eu tento achar os motivos de porquê as coisas estão seguindo esse rumo.

Então 2017, me escuta bem:

- Eu quero muito estar empregada e ganhando um salário razoável;

- Quem sabe já ter iniciado o curso de Design de Interiores;

- Meu passaporte em mãos;

- Estar dirigindo, ou pelo menos já ter dado os passos necessários para isso (ainda não sei como, porque comprar um carro está definitivamente fora do meu orçamento/sonho);

- Se a primeira coisa, lá em cima, se realizar, quem sabe dar uns rolês (viagens mesmo);

- Ainda se a primeira coisa lá em cima acontecer, eu quero me sentir estabilizada, sabe? Sentir que eu posso sim, lá para o final de 2018 (cara como eu sou adiantada) me sentir livre e realmente começar a minha vida. Eu sei que parece triste pensar assim, que é como se eu não estivesse vivendo agora, mas eu que eu já tive que recuar dois passos, ou mais que... me dá vontade de chorar, como nesse exato momento. Eu não e não quero desistir. Eu quero tentar, porque eu sei que ainda não estou preparada para isso, porque meu passaporte ainda não saiu, porque agora eu sinto que preciso iniciar um curso e aproveitar esse trabalho de meio período. E talvez, se não estiver feliz, mas já com o meu passaporte pronto e pelo menos mais confiante no volante eu possa ir. (Esse post tá bem bagunçado aargh!).

- Tesouro Direto meu filho, me conceba a alegria e a força de confiar em você e lar a mão de ser preguiçosa ;)

- Voluntariado <3

Eu sei que pra tudo isso acontecer, eu preciso me mover. Preciso continuar mandando currículo - não é que não goste de lá, ou que às vezes (às vezes, quem dera) eu fique sem fazer nada lá, mas eu quero poder ganhar um pouco mais, e continuar com o voluntariado, estudando e juntando dinheiro. Porque se não der certo a história do bolsa Escola da Família, vai ser um pouco difícil, como tá sendo agora e olha que eu nem me matriculei. E nem fui conhecer o campus.

E pra você que mora na minha cabeça e fica me colocando caraminholas na cabeça: o que você queria? Que eu simplesmente esperasse por 2017 e começasse todo o processo para o meu sonho? Sem o meu passaporte, sem dinheiro para continuar colocando na poulp ou sem ter pego em um carro que não fosse o da auto-escola? E que talvez eu tivesse o meu visto recusado? Não são os motivos certos, mas eu vou atrás deles. Eu não estou desistindo, e quem achar isso vai se foder. Só eu sei das minhas lágrimas e dos momentos que eu passo. E também só eu sei das minhas alegrias, das minhas conquistas e daquelas que ainda virão. Então shut up!

É isso, que sabe eu não dê um update. 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Pelo o que você é agradecida(o)?

Era pra ser postado no Thanksgiving, mas ainda tá valendo.

Natal tá quase aí e com ele aquele sentimento de agradecimento, de realizações... pra não dizer ano novo que é quando falamos em mudanças. Mas realmente precisamos esperar por essas datas pra dizermos o quanto somos gratos pela vida, pela família...?

Não sei, mas acho vim aqui e falar um pouco sobre isso ia fazer sentido e quem sabe faça?

Talvez o seu dia não tenha sido lá aquelas coisas e você esteja reclamado de como hoje "não foi o seu dia." 

Sei lá. Se não, okay, desculpa aí, mas é que isso acontece às vezes comigo. Reclamando de coisas que eu já nem lembro mais e de coisas que eu não deveria mesmo reclamar.

Não vou me queimar e contabilizar as minhas reclamações. Mas posso dizer que são muitas.

Mas isso me fez pensar nas coisas que eu deveria ser agradecida. Que em minhas orações eu agradeço, mas parece que de uma forma bem louca eu não consigo agradecer no dia a dia.

Não consigo ou fico bastante ocupada reclamando. Vai saber! :x

Eu pensei que teria um monte de palavras e frases bonitinhas pra colocar aqui... só que não tá sendo assim. 

E não quero perder o sentido desse post que significa muito pra mim e poder vê-lo daqui um tempo.

O Thanksgiving foi o que me trouxe aqui. Bem louco né? Mas vendo as meninas postando os seus dias com suas hosts families, e como essa data é o momento de agradecer as pessoas que estão ao seu arredor (coisa que concordo que devemos agradecer sempre) e por aí vai. Esse sentimento de gratidão, entende? É muito mais do que só esbarrar na pessoa no supermercado e dizer "happy thanksgiving." Ainda mais se você não conhece a tal pessoa.

Eu deveria colocar as coisas a que sou agradecida, as situações que sou agradecida... Mas quem sabe isso não fica para um outro post? Um com menos explicação e mais ação. 

domingo, 27 de novembro de 2016

Sério, como eu não vi isso antes?

OI?

Estava eu distraidamente assistindo ao Canal do Pipocando no YouTube. Falava sobre as sérias que a gente assistia quando chegava da escola. O que seria apenas algo para ouvir enquanto eu estava organizando as minhas finanças no Excel (ooh, nem tão finanças assim hihi), deu origem a algo completamente inesperado.

Como assim ninguém me avisa que Full House (Três é Demais para os mais íntimos e brasileiros) estava de volta desde fevereiro desse ano, mas agora como Fuller House?


Uou.

Stop porque a ficha ainda não caiu.

Três é Demais era uma das séries que eu assistia de tarde - acho que na hora do almoço (lembro disso porque era a hora que a minha mom vinha para casa almoçar com a gente e depois voltava para o serviço). E... cara como eu gostava de assistir aquela série. Não tenho a mínima ideia de quantos anos eu tinha quando ela foi exibida pelo canal de TV SBT nos anos 90, mas sei que gostava muito de assistir, assim como Um Maluco no Pedaço.

Então desde de 1995 não temos nada dessa série. O SBT só trouxe de volta a série em 2013 (e eu juro que tentava assistir, sempre que dava ou me lembrava e lembro que a nostalgia batia, e eu ria de coisas que já não tinham mais graças simplesmente porque era a família Tanner). Era mais uma vez nas tardes e TV aqui em casa já não era mais "prioridade" pra mim.

Mas o fato é que estou muito empolgada para acrescentar mais uma série, e estou morrendo de medo porque ainda estou no começo da 8ª e última temporada de The Vampire Diaries e na 4ª de Hou I Met Your Mother (detalhe: são 9 temporadas e estou assistindo desde o final do ano retrasado se não me engano :x). E sem falar em The 100 que logo mais está estourando aí com a new season. E fora outras que estou me segurando, porque... sério, não dá.

Já vi um pedaço e sei que não teremos as gêmeas Olsen :| Mas quero muito saber no que vai dar essa loucura toda.

Estou tãaaaaaao empolgada. Nem deu pra perceber né? :)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

DO MORE

DO MORE

5 COISAS PARA FAZER ANTES DOS 25


Há oito meses dos meus 20 aninhos me surgiu a ideia de fazer uma lista básica contendo as 5 coisas que eu quero fazer antes dos 25 anos. Parece muito, mas desde que eu terminei o ensino médio eu sinto que as coisas estão passando tão rápidas, assim, num fôlego só que eu mal consigo respirar para me recuperar (de quê eu não sei). 

Essa necessidade de querer "registrar" tudo, desde coisas que estão acontecendo até mesmo as expectativas que parecem se intensificar com o passar dos dias está me consumindo. 

Tenho que dizer que quando pensei em fazer esse post eu contava que no mínimo teriam tantas mais tantas coisas que eu teria que me decidir entre as inúmeras escolhas (o impasse desagradável que eu tive que lidar em outro post), só que não foi bem assim. Eu fiquei foi é sem ideia de coisas para fazer antes dos 25 (e isso não é legal). Lógico que tem as mais obvias para o meu momento, mas outras eu tive que puxar um pouquinho lá no fundo.

Então aqui vai...

Fazer intercâmbio, acho que já se tornou uma necessidade e nem sei se é legal dizer isso. Talvez eu me frustre de diferente formas porque ao que tudo indica (e está indicando) nada sai como planejamos. Sempre vai existir mudanças no meio disso tudo, umas nem tão agradáveis, mas que de alguma forma serão válidas. (E isso foi um desabafo totalmente despretensioso ;)).

Conhecer pelo menos um país da europa (notou o pelo menos?), porque como todo desejo(sonho...) de fazer um intercâmbio eu me deparei com inúmeras possibilidades que esse mundão tem. Que não existe só Londres, uma grande cidade no país de Gales.

Ir a um show/festival/concert e por quê não todos?

Parar e assistir ao pôr do sol, de preferência em um monte, sentada na grama.

Eu quero dirigir pra todo o canto e não só porque eu passei por aquele exame infeliz, mas porque eu descobri uma paixão sob as minhas mãos no volante.